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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Os enfermeiros e a diferença

Os enfermeiros e as Dificuldades de Aprendizagem

Os enfermeiros das pessoas com Dificuldades de Aprendizagem, no Reino Unido, providenciam cuidados de saúde específicos a todos aqueles com elevadas dificuldades de aprendizagem. Também apoiam as suas famílias.
 
Vejam o vídeo explicativo através do link: https://www.youtube.com/watch?v=5G3oCx--G5Y#t=21
 
 
E ainda no site http://www.minoritynurse.com/article/nurses-disabilities-another-minority-group, podem ler um artigo muito interessante intitulado "Nurses With Disabilities: Another Minority Group".
 
 
Alguns estudos, de profissionais de enfermagem, na área da diferença:

TÍTULO: Vivência do enfermeiro ao cuidar surdos e/ou portadores de deficiência auditiva
AUTORES: Gomes, V., Correa Soares, M., Manfrin Muniz, R., De Sosa Silva, JR.
http://scielo.isciii.es/pdf/eg/n17/pt_17c01.pdf

TÍTULO: Avaliação da Dor nas Crianças com Deficiência e Limitações da Comunicação Verbal: Estudo da praticabilidade da escala Douleur Enfant San Salvadour (DESS)
AUTORES: Joana Rodrigues; Libânia Santiago; Liliana Ferraz; Margarida Garcia; Ananda Fernandes

TÍTULO: O processo de cuidados de enfermagem à pessoa com deficiência ventilatória crónica-DPOC : da evidência cientifica à mudança das práticas
AUTORES: Maria Manuela Almendra

TÍTULO: Ansiedade e necessidades dos cuidadores de crianças com e sem deficiência
AUTORES: Cátia Priscia Lemos Fernandes; Daniela Elisabete Angélico Santos Cordeiro do Vale; Eduarda Beatriz dos Santos Nóbrega; Mirian Martins da Silva Dias; Sónia Elisete Fernando Sousa
http://www.esenfc.pt/site/index.php?module=rr&target=publicationDetails&pesquisa=&id_artigo=2292&id_revista=9&id_edicao=41

TÍTULO: O papel do enfermeiro no cuidar de clientes portadores de deficiência
AUTORES: Wiliam César Alves Machado

 

sábado, 26 de abril de 2014

Cavalos ao serviço das Necessidades Educativas Especiais

 
Quatro Patas e Uma Crina é um projeto que alia a Intervenção Psicomotora à Terapia Assistida por Equinos.
 
 
Os seus serviços estão dirigidos para:
 
  • Terapia Equina Relacional
Resposta a necessidades no âmbito de: Afetividade, Comunicação, Regulação Emocional, Organização do Pensamento e Comportamento
Destinada a: adultos e jovens a partir dos 15 anos.
 
A admissão ao serviço inicia-se com uma entrevista e avaliação inicial que serve de suporte à elaboração do Plano de Intervenção Individual (PII).
 
  • Sessões de Desenvolvimento Pessoal
Desenvolvimento pessoal consciente.
Destinadas a: adultos e jovens a partir dos 15 anos. Exploram e desenvolvem as competências de comunicação, regulação emocional e comportamento.
 
Elaboração de um Plano de Desenvolvimento Pessoal (PDP).
 
  • Perturbações Espectro do Autismo
Comportamento social e afetividade nas 4 áreas do autismo
 
  • Necessidades Educativas Especiais
A metodologia das sessões terapêuticas conjuga atividades típicas de Equitação Terapêutica, jogos de comunicação não verbal com cavalos e jogos pedagógicos/educativos realizados no picadeiro com o cavalo.
 
 
 
Próximo Workshop Teórico-prático:
 
 
 
Contactos:
Telefone: (+351) 927 102 483
Morada: Centro Hípico da Costa do Estoril - Avenida da Charneca 186, 2750-530 Cascais, Portugal 
 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O cérebro e o processamento da linguagem

Após um bom entendimento do desenvolvimeno da linguagem, é fulcral saber como ela é processada no nosso cérebro. Sendo assim, e explicando de uma forma simples....
A informação é recebida pelo ouvido, o qual capta os sons, converte-os em impulsos eléctricos e transmite-os através das fibras nervosas ao cérebro. No cérebro, esses impulsos seguem para a área de Wernicke, a qual é responsável pela compreensão da linguagem/do som; passa pelo córtex sensorial; terminando  na área de Broca, a qual é responsável pela produção da linguagem. 

http://www.pavconhecimento.pt/media/media/762_cerebro.pdf

O desenvolvimento da Linguagem

Antes de falar sobre os problemas de comunicação, é de extrema importância perceber o desenvolvimento da linguagem, que é a forma de comunicar através de um código escrito ou falado.
Desenvolvimento da linguagem:
6-12 meses: Surgem as primeiras palavras, Imitam sons, Compreendem ordens simples (dá, põe, tira...), Procuram estabelecer interacção.
12-18 meses: Identificam 1 a 3 partes do corpo, Vocabulário expressivo de 3 a 20 palavras, Usam o gesto e a vocalização para comunicar, Jargon é utilizado para preencher as lacunas no discurso. 
18-24 meses: O vocabulário expressivo aumenta, O vocabulário compreensivo é maior do que o expressivo, Começam a combinar palavras, Respondem a questões do tipo: “O que é isto?”, O discurso torna-se mais inteligível, usam um maior número de fonemas.
2-3 anos: Identificam várias partes do corpo, Aumento rápido do vocabulário expressivo, Frases de 3/4 palavras mas com erros gramaticais, Gostam de ouvir histórias, O discurso é inteligível na maior parte das vezes (conhecidos).
3-4 anos: Compreendem alguns opostos : quente/frio, anda/pára, pequeno/grande..., Respondem a questões: Quem?, Onde?, Porquê?, Utilizam frases de 4/6 palavras, A sintaxe das frases melhora mas ainda existem incorrecções.
4-5 anos: Frases de 6/8 palavras com construção gramatical correcta, Procuram saber a definição de conceitos: O que é?, Respondem a questões sobre a função dos objectos, Discurso inteligível para todos os interlocutores (pode falhar fonemas : l, r ou lh), Contam factos do quotidiano de modo correcto e na sequência exacta, Ouvem uma história e respondem a perguntas simples sobre a mesma.
5-6 anos: Conhecem as cores e algumas formas geométricas, Seguem instruções dadas para um grupo, Respondem a questões: Como?, Nomeiam opostos, Conhecem os dias da semana (sequência), O vocabulário receptivo e expressivo continuam a aumentar rapidamente, Trocas fonéticas são raras, A sintaxe das frases é, na maior parte dos casos, adequada.
in Clínica da Fala

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Tecnologias para a comunicação aumentativa e alternativa

A linguagem oral é o meio mais usado para as pessoas falarem entre si, no entanto, quando há dificuldades em oralizar é necessário criar alternativas o mais cedo possível para não pôr em causa o desenvolvimento da criança (Ponte, 2009). Assim, surge a CAA, como um complemento e/ou substituição da fala , que pretende compensar a dificuldade de expressão (ASHA – American Speech-Language-Hearing Association in Browning, 2008).

No site http://comunicacaoaa.wordpress.com/category/ajudas-tecnicas/, podem encontrar diversos materiais de apoio, para cada tipo de problemática.